Sou Felipe Martins, advogado, e dediquei minha prática a um problema que vejo brasileiros enfrentarem mal todos os dias: sair do país sem entender o que isso faz com a vida fiscal.
A advocacia começou em Santa Catarina, no contencioso cível e bancário, e foi se especializando à medida que mais clientes deixavam o Brasil. Hoje atuo a partir de Lisboa, com foco exclusivo em tributário internacional — saída fiscal, tratados, residência e estruturação de patrimônio para quem cruza fronteiras.
O alcance deixou de ser regional há tempos. Atendo brasileiros que se mudam para Portugal, Estados Unidos, Austrália e outros destinos — porque o problema é sempre o mesmo na origem: a relação com o Fisco brasileiro precisa ser encerrada ou reorganizada da forma certa.
Tratamos cada saída como uma operação que se faz uma vez, da forma certa — com método, e com responsabilidade pela exposição que fica para trás.
Não somos um escritório generalista que também faz internacional. O foco estreito é deliberado: é o que permite conhecer a fundo tanto a legislação brasileira quanto a do destino, e enxergar o problema antes que ele vire conta.
O trabalho técnico é a base, não o diferencial. O diferencial é a honestidade sobre o que está em jogo — inclusive quando a resposta certa é não fazer nada.
Quanto antes a saída fiscal entra no planejamento, mais opções existem.
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